domingo

SEJAM MUITO BEM-VINDOS!



Mais um ano se inicia e, com ele, renova-se o desejo de que nossas crianças alcancem o sucesso desejado pela família e também pela escola.
Estamos apostando novamente na parceria entre a família e a escola para que este objetivo em comum se concretize novamente este ano.
Acreditamos no sucesso da relação participativa e democrática. Nela não existe uma relação de subordinação de nenhuma espécie entre educadores familiares e educadores escolares. Pais, professores e direção da escola são vistos como partes interessadas no sucesso escolar dos alunos e dos filhos e, para isto, devem atuar, não de forma paralela, cada um por si, nem de forma antagônica, se opondo uns aos outros, mas de forma convergente e complementar, isso é, cooperando ativamente para o atingimento de objetivos comuns.
Este é um tipo de relação que requer um verdadeiro e profundo compromisso ético-político por parte dos educadores com o desenvolvimento pessoal e social das pessoas e com o amadurecimento das relações democráticas no interior da instituição escolar e desta com o seu entorno.Solidariedade, humildade, determinação, coesão em torno de objetivos comuns e constância de propósitos na perseguição destes objetivos são ingredientes indispensáveis para a construção de uma relação participativa e verdadeiramente democrática entre a escola e as famílias de nossos alunos.
Nosso trabalho tem sido voltado para que esta relação se solidifique mais e mais, a cada ano. Contamos com o empenho e com a participação de todos vocês.

Reflexão para os pais à respeito da educação de seus filhos.



Pedido que uma criança fez a seus pais
 
Não tenham medo de serem firmes comigo. Prefiro assim. Isto faz com que me sinta mais seguro. Não me estragem. Sei que não devo ter tudo o que peço. Só estou experimentando você.
Não deixe que eu adquira maus hábitos. Dependo de vocês para saber o que é certo ou errado.
Não me corrija com raiva na frente de estranhos. Aprenderei muito mais se falarem comigo com calma e em particular.
Não me protejam das conseqëncias de meus erros. Às vezes eu preciso aprender pelo caminho mais áspero.
Não levem muito à sério as minhas pequenas dores. Necessito delas para obter a atenção que desejo. Não sejam irritantes ao me corrigirem. Se assim fizerem eu poderei fazer o contrário do que me pedem.
Não me façam promessas que não poderão cumprir depois. Lembrem-se de que isto me deixará profundamente desapontado. Sou facilmente levado a dizer mentiras.
Não me mostrem um Deus vingativo. Isto me afastará dele.
Não desconversem quando faço perguntas, senão serei levado à procurar as respostas na rua todas às vezes que não as tiver em casa.
Não se mostrem para mim como pessoas infalíveis. Ficarei extremamente chocado quando descobrir um erro seu.
Não me digam simplesmente que meus receios e medos são bobos. Ajude-me a compreendê-los e vencê-los.
Não digam que não conseguem me controlar. Eu me julgarei, então, mais forte que vocês. Não me tratem como uma pessoa sem personalidade. Lem rem-se de que eu tenho meu próprio modo de ser.
Não vivam apontando os erros das pessoas que me cercam, isso vai criar em mim, mais cedo ou mais tarde o espírito de intolerância.
Não se esqueçam de eu gosto de experimentar as coisas por mim mesmo. Não queiram me ensinar tudo.
Não desistam nunca de me ensinar o bem, mesmo quando eu pareça não estar aprendendo. Insistam com amor e energia. Insistam através do exemplo e no futuro vocês verão em mim o fruto daquilo que plantaram.

COMO OS PAIS PODEM AJUDAR NA VIDA ESCOLAR DOS FILHOS





• Lendo atentamente todas as comunicações enviadas pela Escola e comentando-as com seus filhos;

• Participando de todos os eventos relacionados com seu filho, com a classe de seu filho e com a Escola como um todo;

• Ajudando seu filho(a) a organizar o seu dia, para que venha à Escola com um bom estado de espírito. Para tanto faça que ele tenha uma boa noite de descanso, tenha horários regulares e bem distribuídos para fazer a tarefa de casa, brincar e outras atividades;

• Utilizando a agenda de seu filho para ajudá-lo na organização de suas responsabilidades escolares, bem como para receber ou mandar comunicados para a Escola;

• Providenciando para que seu filho tenha sempre o uniforme completo e adequado;

• Contribuindo para que ele tenha o hábito de arrumar sua mochila antes de vir para a Escola, para que ele não esqueça suas tarefas ou materiais necessários para as aulas;

• Mostrando um sincero interesse por aquilo que estiver aprendendo na Escola, comentando, discutindo, acrescentando informações, providenciando fontes de informação;

• Participando junto com seu filho de momentos prazerosos de leitura em casa;

• Ajudando na lição de casa. Quando o assunto é lição de casa, fala-se muito em lugar adequado, escrivaninha organizada, horário combinado.

PARA REFLETIR

LIMITES UMA FORMA DE DAR AMOR?

Tratando-se da educação de crianças, talvez um dos pontos que mais angustia os pais, hoje em dia, seja a questão dos limites, ou melhor, da falta deles. Quem nunca acompanhou um pequeno gritando com os pais para impor sua vontade, esperneando em pleno supermercado até que lhe seja comprado aquilo que deseja? Quantos pais já não sonharam em encontrar uma solução mágica ?

 A questão dos limites é um tanto quanto complexa. Nosso país passou por um período em que tudo era proibido, em que as autoridades, em casa e fora dela, não podiam ser questionadas, quem dirá confrontadas. A geração pós-ditadura resolveu que, com seus filhos, faria o oposto. Dar limites passou a ser sinônimo de repreensão e o “não” era, portanto, uma palavra proibida na educação. O certo era deixar a criança expressar-se livremente, fazer o que quisesse, como quisesse, sob o pretexto de não traumatizá-la. Hoje estão explícitas as conseqüências desse pensamento, uma vez que, parece consenso, que limites servem como pontos de referência necessários à vida de qualquer pessoa – sua ausência completa está longe de ser a solução. Nem tanto para um lado, nem tanto para o outro; o que vivemos hoje é a busca por um equilíbrio... Mas e então, como dar limites?

Educar é uma tarefa nada fácil, que exige tempo e muita paciência. As crianças nascem querendo ter tudo a sua disposição e cabe aos pais explicar que isso não é possível e que na sociedade existem regras. Por esse motivo, os pais devem colocar limites a seu filho desde que ele é pequeno. Limites são construídos e demandam empenho, persistência e firmeza por parte dos pais.

Algumas dicas são de grande utilidade para o sucesso na educação dos pequenos. É importante sempre manter as combinações feitas. Uma vez dito “não”, o mesmo deve ser sustentado e, para tanto, precisamos aprender a suportar choros, escândalos e chantagens, no que, sem dúvida, as crianças são especialistas. Explicar para elas o motivo do “não” é fundamental para que a regra faça sentido e possa ser aplicada em outras situações. Ao ir a lugares públicos, como restaurantes e supermercados, os pais devem explicar para a criança, antes de sair de casa, para onde estão indo e como ela deverá se comportar. Envolvê-las nas compras do supermercado, por exemplo, também ajuda a mantê-las empolgadas com a tarefa, diminuindo assim as chances de uma conduta inadequada.

É necessário que os pais tenham convicção de suas decisões e estejam congruentes entre si, para conseguir sustentá-las e passar segurança aos seus filhos. Isso não é tarefa fácil, pois muitas vezes, frente ao choro desesperado das crianças, os pais sentem-se verdadeiros carrascos e desistem da regra. Esse sentimento é potencializado quando os pais passam longos períodos do dia afastados das crianças e, quando estão próximos, ainda têm o papel de frustrá-las novamente ao impor os limites.
Independentemente de quanto tempo passam com seus filhos, é necessário que os pais tenham certeza do quão importantes são na formação deles. Por isso, sem dúvida, dar limites é uma das formas mais significativas de dar amor.



sexta-feira

CARNAVAL

Bons momentos no carnaval do Colégio Horizonte